domingo, 29 de janeiro de 2012

Ciclos do destino

Diversas correntes filosóficas e religiosas acreditam na reencarnação. Entretanto, o fato de perceber-se como espírito eterno, vivenciando múltiplas experiências na Terra, muitas vezes pode levar a uma visão simplista e fatalista da vida. Este ponto de vista tem consequências diretas no comportamento, na relação com o mundo, com o outro e com as escolhas em situações diversas e adversas. A ideia superficial de "Karma" ou "causa e efeito" pode nos levar a agir em sentido contrário ao que acreditamos.

  • Quando se busca apenas a justificativa em vidas passadas para dificuldades presentes , observando as histórias alheias, pode estar implícito (ou mesmo explícito) um julgamento de valor sobre o outro. Por essa lógica se ele tem uma deficiência "cometeu muitos erros e está pagando". Esse pensamento pode nos levar a agir de modo a anular a ajuda, uma vez que ele "merece" passar por isso ou então ajudá-lo como "coitadinho", agindo com arrogância, embora sem intenção. Ou seja, sou melhor porque não precisei passar por isso.
  •  Em situações dolorosas, justificamos que é "Karma", consequências de outras vidas e portanto, pode abrir espaço para a sensação de "culpa". "Mereço sofrer porque fui mau em outra vida". Esta postura mental pode levar a pessoa a não reagir ou até mesmo buscar o sofrimento para ter a impressão de que está se libertando do passado.
  • Se temos uma vida tranquila, sem grandes dificuldades, tendemos então a achar que "somos menos devedores" perante as leis de Deus. Deste modo, os ricos, aqueles que têm tudo o que a vida material traz de paradigma da felicidade é uma pessoa "mais abençoada", tem menos "karma".
Essa visão superficial da reencarnação, talvez seja uma adaptação de um conteúdo filosófico profundo e consolador à necessidade de "classificar" o mundo, uma perspectiva dualista,  que nossa sociedade aplica a todo o conhecimento nas diversas áreas.

Colocaremos apenas alguns pontos para reflexão sobre esse assunto.

  • A história humana coletiva e individual é complexa. Vivemos em diferentes contextos, sociedades, tempos. Do  ponto de vista humano há vida encarnada e outra espiritual, mas do ponto de vista cósmico é um continum. Vida simplesmente. Desta forma não há "uma causa um efeito", mas múltiplas situações com consequências diversas e ainda escolhas de caminhos em diferentes fases e níveis de consciência da história individual e coletiva. 
  • A vida atual é uma síntese de tudo o que vivemos, porém sempre estamos em ação no mundo (espiritual ou material). Isto significa que muitas situações são frutos de nossas escolhas e comportamentos na atual encarnação. Além disso é preciso considerar que pode-se passar por dificuldades e dores consequentes do contexto geral do planeta, imersos que estamos em determinado tempo histórico (ou "era"), com suas conquistas e vulnerabilidades. Por essa razão "lutar é preciso".
  • Independente de felicidade ou sofrimento, a vida é sempre uma experiência transformadora. Não existe a estabilidade, a permanência ou  a estagnação. Nenhuma situação é definitiva. Os desafios surgem de diversas fontes e maneiras. As  respostas a eles desenham o futuro.

Muito mais se pode dizer, mas fica aqui essa reflexão: não temos condição e não nos cabe avaliar todo esse complexo divino que compõe nossas vidas ou a de outrem. Sempre estamos colhendo, sempre estamos plantando. Para mim, assim se resume o desafio humano no ciclo do destino: mesmo na colheita de espinhos, é possível semear flores.


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ajudar é simples, mas deixa marcas profundas

Ajudar é um jeito de estar no mundo. Atitudes, dicas, palavras, orientações. Coisas que marcam a vida de uma pessoa para sempre. Não é preciso a gratidão, realmente. Porém, às vezes a gratidão é um sentimento que acompanha o outro por toda a vida.  Como uma marca de luz, que incide sobre ele e reflete em nossa alma. Não é preciso ser santo para ajudar, mas a caridade é mesmo um "santo" remédio.


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Perdoo- te- memórias de um espirito: reedição de um clássico


A editora 3 de Outubro lançou uma nova edição do Livro de Amalia Domingo y Soler. Obra das mais antigas, obtida entre 1897 e 1899, publicada em 1904, o seu modo de produção é muito interessante. Assim como "História triste", esta história foi obtida pela psicofonia do médium Eldaldo Pagés, transmitindo verbalmente a narrativa de Iris (espírito). Amalia Domingo y Soler registrou, organizou e transformou em livro, inicialmente denominado "Memórias de um espírito". 

Assim como História triste", também esse espírito tem um tom dramático, enfático e em muitos momentos, poéticos. Ao narrar suas experiências reencarnatórias, Iris nos leva a diversos momentos históricos, inclusive ao tempo em que viveu Jesus. Em alguns trechos podem suscitar polêmicas, pois nos relata uma encarnação de Jesus, possivelmente em tempos remotos (Atlantida?), quando era um sábio dedicado à ciência e ao bem comum. Seu maior pecado foi traí-lo e levá-lo à morte por pura vaidade. E através do tempo o perdão dessa  alma bondosa e sábia,  que posteriormente seria conhecida como Jesus, a segue através o séculos. 

Iris descre também algumas personagens conhecidas e "santificadas" pela nossa cultura, de modo bem mais humano. Entre estas, Maria, mãe de Jesus, que surge como uma figura sofrida, que não conseguia entender completamente a missão de seu filho. Tempos depois, Iris reencarna na Espanha, como uma freira médium, que foi canonizada, mas cujo nome não é revelado. Esta última experiência ocupa a maior parte do livro e é um texto belíssimo, com lições e reflexões preciosas.

Estamos nos referindo a uma obra literária e o fato de ser ditada por um espírito não deve servir de justificativa para acreditarmos ou não nos fatos expostos pela autora. Vale a pena ler este clássico da literatura espírita, um verdadeiro épico, um tratado sobre o perdão e os caminhos ásperos da evolução humana.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Reportagem sobre EQM: testemunhos da vida espiritual

Documentários que abordam a expeirência de Quase Morte estão cada vez mais frequentes. A ciência se aproximna dessas experiências subjetivas, tentando elaborar estratégias que comprovem a permanência da consciência mesmo com o cérebro sem sinapses. A cada testemunho, a cada relato, nos parece mais próxima a realidade descrita nos livros de Chico Xavier, e mesmo em "o Céu e o Inferno" de Allan Kardec. Neste último, espíritos em diversas situações no plano espiritual expões através damediunidade, suas dores, suas culpas, suas virtudes.  Antes de existir tecnologia que permitisse a ressuscitação, era possível atribuir tais experiências à imaginação. Mas como justificar, atualmente, que pessoas inconscientes por algum tempo e ressuscitadas por aparelhos modernos,  se lembram exatamente de situações, diálogos, procedimentos, ocorridos nestes momentos de "morte"? Como podem reconhecer profissionais que as tratavam, sem nunca tê-los visto em outra situação? É hora de admitir: a vida espiritual é vida "normal". Nada de se diluir em um todo. Nada de dormir inconsciente.  Nada de esquecer dores, amores histórias. A vida transcende a matéria. É a vitória de Deus sobre nossa vaidade.

Mais um post neste blog sobre o assunto.Mais uma reportagem. Mais alguns testemunhos que fortalecem a nossa "com ciência" espirtual
Assista a reportagem exibida dia 16/09/2011 e sinta a emoção e a transformação ocorrida na vida das pessoas, que compartilham suas histórias. 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Fernando Pessoa médium. Com a palavra, o próprio




Fernando Pesssoa deixou uma obra bela e intrigante, com seus heterônimos, perfeitamente caracterizados. Sem desmerecer o poeta, sempre ficamos em dúvida se ele era ou não médium  O que muitos não imaginam é que ele admitiu que, ao menos cinco de seus poemas, eram mediúnicos. Além disso, em uma carta dirigida à sua tia, revela fenômenos curiosos que aconteciam com ele à época. Esta faceta quase desconhecida de Pessoa faz desmoronar a arrogância daqueles que se recusam a discutir esta idéia da escrita mediúnica como uma das formas utilizadas pelo escritor para produzir os poemas. 

Obviamente é preciso tomar cuidado para não cair no terreno oposto, imaginando que toda a obra de Fernando Pessoa seria mediúnica, definindo seus heterônimos perfeitamente reconhecíveis como se fossem todos espíritos e não obra de sua genialidade.. Mas os cinco poemas que ele mesmo reconheceu  como mediúnicos podem modificar nossa perpectivia sobre  sua personalidade e sua história. Afinal,  Pessoa , não foi  apenas um poeta sensível e singular. Segundo ele mesmo afirma nesta carta, foi também um médium.

Veja os trechos da carta:

[Carta à Tia Anica - 24 Jun. 1916]

"Lisboa, 24 de Junho de 1916
Minha querida Tia:
Muito lhe agradeço a sua carta de 13 e os parabéns que me traz. Muito agradeço também a carta do Raúl de 22 de Maio, a que responderei brevemente; creio que assim posso prometer, porque me sinto agora já um pouco melhor, já mais apto a não ter a inércia que tenho tido e que, como calcula, tem sido devida aos sucessivos choques nervosos por que tenho passado.
sobre o estado nervoso em que tenho vivido, não tenho passado mal ultimamente. 

[...] Vamos agora ao caso misterioso que a interessa e que a tia Anica diz não poder calcular o que seja. Sim, não calcula, decerto eu próprio é o que menos esperaria.
O facto é o seguinte. Aí por fins de Março (se não me engano) comecei a ser médium. Imagine! Eu, que (como deve recordar-se) era um elemento atrasador nas sessões semiespíritas que fazíamos, comecei, de repente, com a escrita automática. Estava uma vez em casa, de noite, tendo vindo da Brasileira, quando senti a vontade de, literalmente, pegar numa caneta e pô-la sobre o papel. É claro que depois é que dei por o facto de que tinha sido esse impulso. No momento, não reparei no facto, tomei-o como o facto, natural em quem está distraído, de pegar numa pena para fazer rabiscos. Nessa primeira sessão comecei por a assinatura (bem conhecida de mim) «Manuel Gualdino da Cunha». Eu nem de longe estava pensando no tio Cunha. Depois escrevi mais umas cousas, sem relevo, nem interesse nem importância.
 
De vez em quando, umas vezes voluntariamente, outras obrigado, escrevo. Mas raras vezes são «comunicações» compreensíveis. Certas frases percebem-se. E há sobretudo uma cousa curiosíssima — uma tendência irritante para me responder a perguntas com números; assim como há a tendência para desenhar. Não são desenhos de cousas, mas de sinais cabalísticos e maçónicos, símbolos do ocultismo e cousas assim que me perturbam um pouco. Não é nada que se pareça com a escrita automática da Tia Anica ou da Maria — uma narrativa, uma série de respostas em linguagem coerente. É assim mais imperfeito, mas muito mais misterioso.
Devo dizer que o pretenso espírito do tio Cunha nunca mais se manifestou pela escrita (nem de outra maneira). As comunicações actuais são, por assim dizer, anónimas e sempre que pergunto «quem é que fala?» faz-me desenhos ou escreve-me números.

Mando-lhe, junta, uma amostra simples, que não é preciso devolver-me. Nesta há números e rabiscos, mas quase que não há desenhos. É o que tenho aqui à mão. É para verem como é o aspecto das minhas comunicações.
É singular que, apesar de eu não perceber nada de tais números, consultei um amigo meu, ocultista e magnetizador (uma criatura muito curiosa e interessante, além de ser um excelente amigo) e ele disse-me cousas singulares. Por exemplo, eu disse-lhe uma vez que tinha escrito um número qualquer (de quatro algarismos) de que não me recordo agora. Ele respondeu-me que havia cinco pessoas na casa onde eu estava. E, com efeito, assim era. Mas ele não me diz de onde é que concluiu isso. Explicou-me apenas que esse facto de eu escrever números era prova da autenticidade da minha escrita automática — isto é, de que não era autosugestão, mas mediunidade legítima. Os espíritos — diz ele — fazem essas comunicações para dar essa garantia; e essas comunicações são, por isso mesmo, incompreensíveis ao médium, e de ordem que mesmo o inconsciente dele era incapaz de imaginar (?).

Este meu amigo tem-me explicado outros números assim, com igual, e curiosa, segurança. Só houve três números que ele não compreendeu.
Estou contando rapidamente, e claro, e necessariamente omito pormenores e detalhes interessantes. O que narro, porém, é o essencial.
Não pára aqui a minha mediunidade. Descobri uma outra espécie de qualidade mediúnica, que até aqui eu não só nunca sentira, mas que, por assim dizer, só sentia negativamente. Quando o Sá-Carneiro atravessava em Paris a grande crise mental, que o havia de levar ao suicídio, eu senti a crise aqui , caiu sobre mim uma súbita depressão vinda do exterior , que eu, ao momento, não consegui explicar-me. Esta forma de sensibilidade não tem tido continuação.

Guardo, porém, para o fim o detalhe mais interessante. É que estou desenvolvendo qualidades não só de médium escrevente, mas também de médium vidente. Começo a ter aquilo a que os ocultistas chamam «a visão astral», e também a chamada «visão etérica». Tudo isto está muito em princípio, mas não admite dúvidas. É tudo, por enquanto, imperfeito e em certos momentos só, mas nesses momentos existe.
Há momentos, por exemplo, em que tenho perfeitamente alvoradas (?) de «visão etérica» — em que vejo a «aura magnética» de algumas pessoas, e, sobretudo, a minha ao espelho e, no escuro, irradiando-me das mãos. Não é alucinação porque o que eu vejo outros vêem-no, pelo menos, um outro, com qualidades destas mais desenvolvidas. Cheguei, num momento feliz de visão etérica, a ver na Brasileira do Rossio, de manhã, as costelas de um indivíduo através do fato e da pele . Isto é que é a visão etérica em seu pleno grau. Chegarei eu a tê-la realmente, isto é, mais nítida e sempre que quiser?
A «visão astral» está muito imperfeita. Mas às vezes, de noite, fecho os olhos e há uma sucessão de pequenos quadros, muito rápidos, muito nítidos (tão nítidos como qualquer cousa do mundo exterior). Há figuras estranhas, desenhos, sinais simbólicos, números (também já tenho visto números), etc.
E há — o que é uma sensação muito curiosa — por vezes o sentir-me de repente pertença de qualquer outra cousa. O meu braço direito, por exemplo, começa a ser-me levantado no ar sem eu querer. (É claro que posso resistir, mas o facto é que não o quis levantar nessa ocasião.) Outras vezes sou feito cair para um lado, como se estivesse magnetizado, etc.

Perguntará a Tia Anica em que é que isto me perturba, e em que é que estes fenómenos — aliás ainda tão rudimentares — me incomodam? Não é o susto. Há mais curiosidade do que susto, ainda que haja às vezes cousas que metem um certo respeito, como quando, várias vezes, olhando para o espelho, a minha cara desaparece e me surge um fácies de homem de barbas, ou um outro qualquer (são quatro, ao todo, os que assim me aparecem).
O que me incomoda um pouco é que eu sei pouco mais ou menos o que isto significa. Não julgue que é a loucura. Não é: dá-se até o facto curioso de, em matéria de equilíbrio mental, eu estar bem como nunca estive. É que tudo isto não é o vulgar desenvolvimento de qualidades de médium. Já sei o bastante das ciências ocultas para reconhecer que estão sendo acordados em mim os sentidos chamados superiores para um fim qualquer que o Mestre desconhecido, que assim me vai iniciando, ao impor-me essa existência superior, me vai dar um sofrimento muito maior do que até aqui tenho tido, e aquele desgosto profundo de tudo que vem com a aquisição destas altas faculdades. Além disso, já o próprio alvorecer dessas faculdades é acompanhado duma misteriosa sensação de isolamento e de abandono que enche de amargura até ao fundo da alma.
Enfim, será o que tiver de ser.
Eu não digo tudo, porque nem tudo se pode dizer.
Mas digo o bastante para que, vagamente, me compreenda.
Não sei se realmente julgará que estou doido. Creio que não. Estas cousas são anormais sim, mas não antinaturais.

Pedia-lhe o favor de não falar nisto a ninguém. Não há vantagem nenhuma, e há muitas desvantagens (algumas, talvez, de ordem desconhecida) em fazê-lo.
Adeus, minha querida Tia. Saudades à Maria e ao Raúl. Beijos ao Eduardinho. Para si muitos e muitos abraços do seu sobrinho muito amigo e grato
Fernando"

E um dos cinco poemas que ele considerou mediúnicos

CREPÚSCULO EM DEUS

Sol não as alumia...
Vastas extensões
Territórios no ar...
Trémulos clarões
De haver terra e mar...

Nenhum lugar foge
A estar onde está...
Jaz ao Sul o Norte...
Boia entre ele e a sorte
Uma fluidez má...

Anda no intervalo,
Como na descida,
Vácuo do desvão,
Sombra dividida,
A minha atenção...

E sem morte ou pasmo,
Seguiu céu sem fim,
O raro atro halo
Boia no intervalo
Entre mim e mim.

Veja os outros poemas mediúnicos (16.5)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Reportagem sobre EQM (Experiência de Quase Morte)

Tratados sobre o cérebro, que mostram a possibilidade de "sentir-se fora do corpo", pesquisas diversas, não conseguem explicar o fenômeno da EQM. Casos diversos já publicados por diversos médicos e pacientes,desde o pioneiro "Vida após a Vida",do Dr Raymond Moody. Ele foi o primeiro médico a reunir relatos de pacientes que ao retomarem a consciência , após permanecerem  em coma profundo ou mesmo temporariamente considerados mortos, narraram suas experiências de vida espiritual (a ciência não denomina desta forma). Por qual mecanismo, sem registro visual ou auditivo, inconscientes e sem sinapses as pessoas poderiam ter tais experiências? Na época Dr Moody foi ironizado, desdenhado e hostilizado pela classe médica e outros cientistas. Entretanto, quanto mais avançam os recursos da medicina  as técnicas de reanimação,  mais evidente se torna o fato de que a vida do cérebro não é a vida da consciência ou do espírito.

Embora alguns neurologistas entendam como o cérebro produz a "ilusão" da sensação de estar fora do corpo, é impossível até o momento explicar como os pacientes sabem o que ocorreu enquanto estavam inconscientes ou sem sinapses. As lembranças variam de vagas sensações de estar fora do corpo, até a descrição exata de todo o procedimento dos médicos,identificando pessoas que entraram e sairam da sala,relatando conversas entre os médicos.

Interessante notar que as EQMs acontecem da mesma forma nos diversos países de culturas, crenças e costumes diferentes. E após passarem por tais experiências, as pessoas muitas vezes se transformam revisando seus sistemas de crenças e estilo de vida. Alguns médicos, ao notarem a realidade do fato, também mudam a perspectiva sobre a vida e a morte. Outros, infelizmente preferem desacreditar o paciente, alegando ter recebido tais informações de alguém por exemplo.

A TV Bandeirantes abordou o tema nesta semana.
Assista uma parte da reportagem especial que durou cinco dias. Esta foi ao ar no dia 07/01/2011

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