sábado, 21 de fevereiro de 2009

Quando nos falte a inspiração:


Algumas vezes nos deixamos carregar pela correnteza do consumo, do desejo ou revolta por não possuirmos o poder aparente de tanta gente inescrupulosa, tomando-as como modelo de felicidade, bem estar e alegira perene. Nossa visão se engana. Se Jesus vivesse no mundo atual certametne seria oc nsiderado um " fracassado", pois seguia outros paradigmas. A perspcrtivia de sucesso e vitória não estaria certamente para ele associada a dineheiro, fama, poder. Jesus não se senrtaria no trono de São Pdro, mas talvez estivesse nos rincões da África ou do Brasil, trazendo a esperança e o consolo. Seu coração amoroso certamente iria alertar os governantes com palavras sábias, esperando que acordassem para a realidade da vida eterna e da imena responsabilidade de suas tarefas junto ao povo. 
Assim, estejamos atentos. Que o senso comum não nos cegue, que tenhamos sucesso mas que a simplicidade nunca nos abandone. Que a ciência e a sabedoroia, sobre a vida, a morte e o pós morte não estejam nunca desvinculadas do Amor ao próximo e da ética. E, se nos faltar a inspiração para uma oração abrangente, pelas vítimas e pelos algozes, quem sabe esta prece de Gúbio, no livro Libertação de andré Luiz, possa nos abrandar a alma e nos trazer de volta o foco de visão ao Mestre Jesus? 

- Senhor Jesus!

Nosso Divino Amigo...

Há sempre quem peça pelos perseguidos.mas raros se lembram de auxiliar os perseguidores.

Em toda parte, ouvimos rogativas em beneficio dos que obedecem, entretanto, é difícil surpreendermos uma súplica em favor dos que administram. 

Há muitos que rogam pelos fracos para que sejam, a tempo, socorridos; , raríssimos corações imploram concurso divino para os fortes, a fim de que sejam bem conduzidos.

Senhor, tua justiça não falha.con heces aquele que fere e aquele que é ferido.

Não  Julgas peio padrão de nossos desejos caprichosos, porquee o teu amor é perfeito e infinito...

Nunca te inclinaste tão-somentepara os cegos, doentes e desalentados da sorte, porque  amparas, na hora justa,os que causam a cegueira, a enfermidade e o desânimo...

Se salvas, em verdade, as vítimas do mal, buscas, igualmente, os pecadores, os infiéis e os injustos.

Não menoscabaste a jactância dos doutores e conversaste amorosamente com eles no tempio de Jerusalém-.
Não co
ndenaste os afortunados e, sim, abençoaste-lhes as obras úteis.

Em casa de Simão, o fariseu orgulhoso, não desprezaste a mulher transviada, e-ajudaste-a  com fraternas mãos.

Não desmparaste os malfeitores, aceitaste a companhia de dois ladrões no dia da cruz.

Se Tu, Mestre,
o Mensageiro Imaculado,,
assim procedeste na Terra,quem somos nós, espíritos endividados,
para amaldiçoarmos-nos, uns aos outros?:
Acende em nós a claridade dum entendmento novo!
Auxilia-nos a interpretar as dores dopróximo e nossas
próprias dores

Quando atormentados, faze-nos sentir as dificuldades daqueles que nos atormentam  para que saibamos vencer os obstáculos em teu nome

Misericordioso amigo; não nos deixes sem rumo, relegados à limitação dos nossos próprios snetimentos

Acrescenta-nos a fé vacilante,descortina-nos as raízes comuns da vida,a fim de compreendermos, finalmente,que somos irmãos uns dos outros. (...)

Senhor, infunde-nos o dom de nos amparmos mutuamente.

Beneficiaste os que não creram em Ti, protegeste os que não te compreenderam,

Ressurgiste para os discípulos que te fugiram,

legaste o tesourodo conhecimento divino

aos que te crucifícaram e esqueceram...                 \

Por que razão, nós outros,

Míseros vermes do iodo ante uma estrela celeste,

quando comparados contigo,

recearíamos estender dadivosas mãos                       ;

aos que nos não entendem ainda?! (...)

(Libertação, Chico Xavier/André Luiz - pgs 191-193)


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